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A Marcante Medalha de Prata - Indice Marketing Esportivo

A Marcante Medalha de Prata

O trabalho em equipe superou obstáculos

02/06/2017

Eles conseguiram uma inédita e improvável medalha nos Jogos Olímpicos de Sydney 2000. Sim, estamos falando da equipe prateada do revezamento 4x100m que superou um bronze obtido quatro anos antes, em Atlanta. Vicente Lenílson, Edson Luciano, André Domingos e Claudinei Quirino enfrentaram equipes fortes e com mais tradição na modalidade, mas eles não tomaram conhecimento e partiram para cima.

O time do Brasil tinha pouco apoio e grandes adversários. As condições de treinos eram distante das ideais e não chegavam nem perto das oferecidas aos atletas de que outros países desenvolvidos.

No entanto, estes atletas brasileiros tinham algo a mais, algo que as condições precárias não os fariam desistir. Todos tiveram alguma dificuldade na vida, mas a vontade de vencer sempre foi o combustível para superar os obstáculos, seja na pista ou na vida. Este combustível era usado nas provas, e nas Olimpíadas resultou no segundo quarteto mais rápido do mundo.

Dois personagens importantes nesta conquista vez ou outra são esquecidos. Um dos motivos deste esquecimento é o fato do Comitê Olímpico Internacional (COI) entregar medalha somente ao quarteto que disputou a final. Claudio Roberto Souza foi o atleta reserva da equipe e ainda disputou a bateria semifinal, que permitiu uma boa raia na final. Outro nome fundamental foi o técnico Jaime Neto, responsável por criar uma técnica de passagem do bastão para que a equipe ganhasse alguns segundos preciosos.

E pensar que a prata poderia ser ouro. Em 2008, oito anos depois da prova, o americano Tim Montgomery, que levou o ouro com a equipe dos Estados Unidos no revezamento 4x100m em Atenas, admitiu que usava substâncias proibidas para competir. Mas, apesar de as regras do COI exigirem a perda da medalha em casos de doping, o Brasil nunca foi contemplado com o ouro.

Junto com a superação e a vitória com sabor dourado, veio a sensação de que, sem o esforço máximo, não seria possível cruzar a linha de chegada para conseguir uma medalha. Este esforço não seria possível se cada um não acreditasse no outro. Como disse Claudinei Quirino: “Superamos todos os nossos limites, corremos com o coração”.

Reveja a prova com a narração histórica de Galvão Bueno clicando no link abaixo.

https://www.youtube.com/watch?v=f-jcLGfj__0&t=110s

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